sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Porém, quando o elevador parou, ele pousou suas mãos em uma das paredes espelhadas e tentou recuperar o ar. Eu tentava fazer o que podia, mas a verdade é que eu não podia fazer exatamente nada, pelo menos dentro dos meus conhecimentos.
Encostei meus joelhos no chão e coloquei sua cabeça sobre minhas pernas., enquanto desesperadamente agia sem sentido algum. O porteiro quando nos viu correu para me ajudar e enquanto o puxava para fora do elevador, eu segui as instruções do porteiro e lguei para pedir ajuda. Em poucos minutos chegou uma ambulância e o levou.
Pensei que aquilo tivesse sido só mais um situação que acontece na sua vida e depois você só irá comentar com alguns amigos e que o Marcelo seria sempre um desconhecido para mim.
Passado o sufoco para mim, segui meu destino, que era comprar uma água de coco em um quiosque logo a frente do Hotel. Tomei a água e subi para o meu quarto.
Contei o acontecido para meus amigos e ele maç acreditaram.
Passei o dia lembrando do Marcelo e quando foi mais tarde procurei saber dele, mas o Porteiro disse que sua amiga ainda não havia retornado com ele. Amiga? Será que era apenas uma amiga?
Na manhã seguinte, quando eu estava saíndo do saguão do Hotel, o Marcelo vinha entrando no mesmo. A uma certa distância eu ainda fiquei olhando para ele, talvez me reconhecesse, mas desisti e seui com a cabeça um pouco baixa. Contudo ele parou em minha frente e perguntou educadamente. "moça. Era você quem estava ontem comigo no elevador, não era?"

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Férias de Verão 2009, Natal - RN
Calor, chuva e estrada. Não era bem o que eu esperava, mas já estava voltando para casa, então, nada mais me importava. Havia conhecido alguém especial durante as férias e que eu gostaria de manter contato pelo resto da minha vida. Estava pensando nele o tempo inteiro enquanto ouvia meu MP3.
Eu estava voltando para o interior, a minha cidade de coração, em um carro pequeno, quatro portas, eu e mais dois amigos. Um estava dirigindo é o Fernando. A outra se chama Patrícia e eu sou a Tatiana. O alguém especial se chama Marcelo.
Mas, não eram apenas alguns Km que iriam nos separar e o motivo você va saber agora.
Enquanto eu estava em um Hotel, dividindo a conta da hospedagem com meus amigos, conheci um cara que estava na mesma pousada. Eu estava em meu quarto período na universidade e ele era cinco anos mais velho que eu e que já estava trabalhando em sua profissão de administrador.
Conheci o Marcelo no elevador do Hotel. Ele não parecia está bem, suava muito e sua face não passava nenhuma segurança. Tentei não olhar muito, mas aproveite os espelhos do elevador para poder analisá-lo. De primeiro momento notei o quanto ele era bonito, mas nada me interessava muito, era só mais um. Mas Marcelo começou a parecer que realmente não estava bem, então, perguntei. "você está bem?"
Ele, limpando o suor que escorria exageradamente por sua testa respondeu. "sim, obrigado."