Porém, quando o elevador parou, ele pousou suas mãos em uma das paredes espelhadas e tentou recuperar o ar. Eu tentava fazer o que podia, mas a verdade é que eu não podia fazer exatamente nada, pelo menos dentro dos meus conhecimentos.
Encostei meus joelhos no chão e coloquei sua cabeça sobre minhas pernas., enquanto desesperadamente agia sem sentido algum. O porteiro quando nos viu correu para me ajudar e enquanto o puxava para fora do elevador, eu segui as instruções do porteiro e lguei para pedir ajuda. Em poucos minutos chegou uma ambulância e o levou.
Pensei que aquilo tivesse sido só mais um situação que acontece na sua vida e depois você só irá comentar com alguns amigos e que o Marcelo seria sempre um desconhecido para mim.
Passado o sufoco para mim, segui meu destino, que era comprar uma água de coco em um quiosque logo a frente do Hotel. Tomei a água e subi para o meu quarto.
Contei o acontecido para meus amigos e ele maç acreditaram.
Passei o dia lembrando do Marcelo e quando foi mais tarde procurei saber dele, mas o Porteiro disse que sua amiga ainda não havia retornado com ele. Amiga? Será que era apenas uma amiga?
Na manhã seguinte, quando eu estava saíndo do saguão do Hotel, o Marcelo vinha entrando no mesmo. A uma certa distância eu ainda fiquei olhando para ele, talvez me reconhecesse, mas desisti e seui com a cabeça um pouco baixa. Contudo ele parou em minha frente e perguntou educadamente. "moça. Era você quem estava ontem comigo no elevador, não era?"
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